Durante o bate-papo com o jornalista e radialista Acácio Gomes - sem saber que seria personagem da nossa matéria especial do Dia Internacional da Mulher-, ela falou sobre os desafios enfrentados com relação do projeto, comentou o impacto da iniciativa nas vidas das mulheres participantes e de como tudo isso tem ajudado ela a trabalhar a dor do luto pela perda precoce da filha. “Eu sou a idealizadora, mas, vale destacar que agora o projeto não é só meu, mas, de todas as mulheres que fazem parte dele. Todas juntas temos nos ajudado mutuamente nessa jornada, aprendendo a dividir e trabalhar nossas dores”, disse Rose nos bastidores da entrevista.
Há uma espécie de consenso de que a pior dor emocional é a de uma mãe quando perde seu filho ou sua filha e, neste contexto, Rose tinha todo o direito de se fechar no seu mundo e de focar exclusivamente em seus sentimentos, mas, ao contrário disso, ela decidiu ir em outra direção, e dar início a algo que trouxesse um pouco de alento para outras mulheres que também vivem com essa ferida.
Neste contexto, que Rose sirva de inspiração para que mais iniciativas de impacto social possam ser idealizadas e colocadas em prática. Em um mundo em que muitas vezes pensamos apenas em nós mesmos, devem ser reconhecidos os esforços de figuras que pensam no próximo e que lançam iniciativas voluntárias e sem fins lucrativos com objetivo de servir ao próximo.
Veja abaixo imagens do jantar comemorativo do primeiro ano do projeto: