As articulações políticas em Nova Andradina têm como um dos principais pontos de atenção as indefinições que cercam o deputado estadual Roberto Hashioka (União Brasil). Com domicílio eleitoral no município, Hashioka avalia dois caminhos distintos para 2026, ambos com impacto direto no cenário local e nas estratégias de aliados e adversários.
A primeira indefinição envolve o cargo que irá disputar. Hashioka ainda não decidiu se tentará a reeleição para a Assembleia Legislativa ou se buscará uma vaga na Câmara dos Deputados. A escolha altera de forma imediata o desenho da disputa em Nova Andradina. Caso opte pela candidatura a deputado federal, abre espaço para que a ex-deputada Dione Hashioka (União Brasil) volte a concorrer ao Legislativo estadual. Se permanecer na corrida pela reeleição, Dione tende a ser lançada como candidata a deputada federal.
A segunda indefinição é partidária: se permanecerá no União Brasil após a formalização da Federação União Progressista, que reúne União Brasil e PP. No município, o PP é liderado pelo secretário municipal de Finanças, Hernandes Ortiz, adversário político histórico de Hashioka, o que adiciona tensão ao novo arranjo partidário.
Nos bastidores, a leitura é de que a federação pode obrigar antigos grupos rivais a conviver no mesmo espaço político, o que gera resistências e amplia as especulações sobre uma eventual troca de legenda. A definição passa por cálculos eleitorais e pela viabilidade de alianças no plano estadual.
Enquanto Hashioka mantém silêncio público sobre as decisões, outros nomes com base em Nova Andradina acompanham de perto os desdobramentos. A escolha do deputado tende a influenciar diretamente o número de candidaturas locais e o grau de fragmentação do eleitorado no município.
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